Além do COVID-19, hospitais de SP e de todo o País enfrentam falta de antibióticos que podem salvar vidas

Infelizmente no Brasil, muitos pacientes aumentam os índices de óbitos por infecção hospitalar no País.

Em um ambiente que deveria ser esterilizado segundo a Associação Médica Brasileira, mais de 45 mil brasileiros morrem de infecção hospitalar. A Organização Mundial da Saúde (OMS), no entanto, estima que esse número pode chegar a até 100 mil por ano.

A mortalidade da sepse está ao redor de 60% nos hospitais brasileiros, quase o dobro da média mundial está em torno de 30 a 40%.

 A sepse, que é um conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por uma infecção e é a principal causa de morte nas UTIs e uma das principais de mortalidade hospitalar tardia, superando o infarto do miocárdio e o câncer.

A rede globo noticiou a escassez do antibiótico que vem atingindo hospitais públicos e privados do País. Em SP, segundo a notícia, mais de 10 hospitais apresentam problemas graves da falta do medicamento e que funcionários relatam mortes por consequência da falta do medicamento.

O secretário executivo da Saúde do estado de SP, Eduardo Ribeiro disse essa semana que adiantará a compra de mais de 350 mil frascos do remédio, o que para algumas famílias já se apresenta de forma tardia.

Parece inconcebível, após vencer doenças graves como o próprio COVID-19, cirurgias longas e complexas, infartos e câncer, dentre outras, pacientes virem a óbito por infecção hospitalar. Se faz necessário uma revisão profunda quanto aos procedimentos e utilização destes no local de trabalho, maior qualificação dos profissionais envolvidos e mais, melhor a gestão da compra de medicamentos tão importantes para salvar vidas.

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