Nunca foi tão difícil viver a liberdade religiosa prevista na Constituição Federal

Cada vez mais comuns, intervenções do Supremo Tribunal Federal (STF) em políticas públicas parecem intermináveis. A última foi a proibição das missões cristãs em terras indígenas.

Neste momento de pandemia, igrejas e templos, ainda sofrem com a intervenção do Estado de forma mais dura, embora bares, restaurantes, shoppings, dentre outros locais, funcionam com pequenas restrições.

Viagens no Brasil e exterior são permitidas desde que, as normas sanitárias sejam atendidas, embora, viajar para pregar a palavra de Deus em terras indígenas dentro do próprio País, não pode. A decisão sob o argumento de proteção aos povos indígenas parece um pouco exagerada, tendo em vista programas de saúde e assistência adotados pelo governo que necessariamente envolve o contato com esses povos.

A confusão entre Estado Laico e Estado Ateu parece tomar forma. O Brasil é um País laico que significa que acredita em uma divindade espiritual, na liberdade de qualquer tipo de prática religiosa e implica na imparcialidade do Estado, enquanto, a “perseguição” aos Cristãos, pressupõe um Estado Ateu, que impõe a inexistência de Deus.

A Constituição prevê a liberdade de expressão, do ir e vir, liberdade religiosa, dentre outras que no último dia 07 de setembro, foi motivo para muitos manifestantes saírem as ruas, para exigir essas liberdades que parecem cada vez mais distantes.

Quando Juízes e Políticos impõe regulamentação a liberdades garantidas em nossa Constituição, nos desvirtuamos da democracia e nos aproximamos de um Estado Autoritário. Prisões ou mudanças de entendimento jurisdicional com viés político, restrições e condutas autoritárias impondo aos cidadãos, regras que destoam das próprias Leis.

Estamos assistindo uma inversão de valores nunca vista e infelizmente, não sabemos onde iremos parar. Que Deus, nos abençoe!

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